
Em nota, a Prefeitura de Mococa informou que tomou ciência do ocorrido e adotou as providências necessárias. A professora foi afastada de suas funções enquanto o caso é apurado.
A defesa da docente sustenta que houve um mal-entendido e afirma que não existiu agressão. Segundo a versão apresentada, a intenção teria sido apenas garantir segurança e conforto à criança, que estaria agitada no momento, mas a conduta acabou sendo interpretada de forma equivocada.
À EPTV, afiliada da TV Globo, a mãe do menino, que não quis se identificar, relatou ter ficado abalada ao ser comunicada sobre o episódio pela Secretaria Municipal de Educação.
“Foi um choque, perdi o chão”, afirmou. Segundo ela, o filho já vinha apresentando mudanças de comportamento antes do caso vir à tona, com episódios frequentes de choro e resistência para entrar na sala de aula.
A mãe também afirmou que este não seria um caso isolado e relatou suspeitas de que outra criança teria sido submetida à mesma prática durante o horário do almoço, também por ser considerada agitada.